Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Dar sangue, aqui e lá fora, mitos e realidades

 

Tinha aqui nos meus arquivos este extracto de um artigo no Libération de princípios de Janeiro deste ano:

 Roselyne Bachelot a signé un arrêté du ministère de la santé à paraître dans les prochains jours qui allonge l'âge limite pour donner son sang de 65 à 70 ans, mais maintient l'exclusion des hommes homosexuels. Dans un entretien paru dans Libération le mercredi 14 janvier, la ministre de la santé justifie sa décision en affirmant que "les données épidémiologiques sont incontestables : entre 10 et 18 % des gays sont contaminés, alors que ce pourcentage est de 0,2 % pour les hétérosexuels. Les situations épidémiques ne sont pas les mêmes. Il y a un risque, et ce risque est trop élevé".

 

Pois, os dados epidemiológicos são incontestáveis. E os receios de quem tem de receber sangue, também.

 

publicado por JTeles às 00:44
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